Arquivo para Julho 25th, 2010

Comício cancelado por motivo de força maior

O comício que faríamos hoje à noite em Donana foi desmarcado, em respeito aos familiares e amigos de uma moradora da Pracinha local, que faleceu mais cedo. A esses irmãos que perderam uma  pessoa amada, os nossos sentimentos.

Num momento mais oportuno teremos o prazer de visitar esse bairro que sempre nos recebeu de forma tão carinhosa.

O Diário entrevista o professor Fernando Peregrino

peregrino-foto-02Jornal O Diário

“Sou um soldado, e como tal recebi uma missão a qual não posso virar as costas por vaidades pessoais. Penso que Garotinho era o melhor candidato, o mais experimentado para derrotar Sérgio Cabral. No entanto, por questões políticas, após ele sofrer uma perseguição incidiosa, o partido optou por lançá-lo candidato a deputado federal, cabendo a nós a missão de levar adiante o projeto da legenda de resgatar o processo de desenvolvimento econômico do nosso estado, sem que isso represente o abandono do ser humano, das pessoas, às quais o Estado deve proteger e servir”. Na declaração do engenheiro de produção e professor da Escola de Políticas Públicas e Governo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj), Fernando Peregrino, ele resume o que o levou a aceitar ser o candidato da coligação A Força do Povo (PR/PT do B) ao governo do Estado do Rio. Até então, o nome natural era o do ex-governador Anthony Garotinho que, estrategicamente, acabou optando pela Câmara Federal.

Peregrino cumpriu agenda em Campos nesta sexta-feira e abriu espaço na agenda para enumerar alguns pontos, do seu programa de governo, abrindo uma série de entrevistas que O Diário programa com candidatos a governador.

Na opinião dele, a política econômica fluminense sofreu um processo de desconstrução. Uma das propostas é fomentar a instalação, no estado, de toda a cadeia produtiva, “da pesquisa à produção de produtos derivados do petróleo”.

Por que o senhor quer ser governador?

Fernando Peregrino – Porque o Rio precisa retomar sua trajetória de desenvolvimento econômico e social construída no governo Garotinho. O governador Sérgio Cabral, infelizmente, interrompeu, quebrou essa trajetória que unia a capital e o interior, que levava os benefícios do progresso e emprego de forma igualitária para todas as regiões do estado.

De que forma o senhor pretende convencer os eleitores de que a opção pelo seu nome é a melhor escolha?

FP – Andar por todas as regiões, por todas as comunidades ao lado do Garotinho, mostrando para o eleitor que a minha candidatura é a melhor alternativa entre as que estão aí apresentadas para governar o nosso estado. Como presidente do Instituto Republicano fui incumbido de liderar a equipe responsável pela formulação do plano de governo do Partido da República. Percorri quase todo o estado, todas as regiões. Conheço, portanto, as principais demandas de cada região. Vou procurar fazer mais e melhor do que foi feito até aqui.

Que programas sociais poderiam ser reeditados na opinião do senhor?

FP - Tenho muito presente na minha cabeça as principais propostas de políticas públicas para solucionar as questões que mais afligem o nosso povo. Quero ampliar a rede de proteção social criada por Garotinho, consolidada por Rosinha e destruída pelo governador Sérgio Cabral. Vou ampliar e retomar o valor nutricional da alimentação servida nos Restaurantes Populares. Quero liderar o processo de retomada de programas como o “Jovens pela Paz” e o “Reservistas da Paz”. Insisto sobre a importância social da expansão das clínicas voltadas para o acolhimento de dependentes químicos. Quantos jovens hoje, infelizmente, sofrem por causa do flagelo das drogas e cujas famílias não têm recursos para custear o tratamento nas instituições particulares. O Estado precisa e deve intervir, criando condições para que essas famílias possam tratar seus filhos, netos e sobrinhos com dignidade. Quero criar um programa importantíssimo, que a Igreja inclusive já o acolheu. As “Mães sociais”. O estado fará o pagamento de uma importância para que suas vizinhas possam ficar tomando conta dos seus filhos, para que elas possam sair para trabalhar despreocupadas, devolvendo assim a dignidade para essas famílias. Ao contrário do governador Sérgio Cabral, que num passado recente qualificou as mulheres grávidas, moradoras das comunidades carentes, como “fábricas de bandidos”.

O que o senhor pensa sobre a segurança. O que pode ser feito?

FP - Temos que promover e incentivar uma política de segurança inteligente, incentivando os bons policiais e agindo com mãos de ferro com aqueles que vierem transgredir a lei. O limite da polícia é a lei. As UPPs não podem ser um cobertor curto. A polícia agora avisa quando e onde irá agir. O cerco aos bandidos está fazendo com que eles migrem para regiões que há até bem pouco tempo não registravam índices alarmantes de violência. Hoje temos áreas onde o tráfico age de forma light, sem a exibição de armas. Mas temos também os bolsões do crime, locais onde a polícia sabe que irá encontrar homens e jovens armados até os dentes. A polícia precisa acompanhar a modernidade. O Estado tem de se preocupar em dotar o aparelho policial de instrumentos modernos que possam fazer frente à evolução natural da criminalidade.

O fato de o seu nome ter sido apresentado ao eleitor na semana do encerramento do prazo para o registro das candidaturas o atrapalha de alguma forma?

FP – Sim, mas era inevitável. Sou um soldado, e como tal recebi uma missão a qual não posso virar as costas por vaidades pessoais. Penso que Garotinho era o melhor candidato, o mais experimentado para derrotar Sérgio Cabral. No entanto, por questões políticas, após ele (Garotinho) sofrer uma perseguição incidiosa, o partido optou por lançá-lo candidato a deputado federal, cabendo a nós a missão de levar adiante o projeto da legenda de resgatar o processo de desenvolvimento econômico do nosso estado, sem que isso represente o abandono do ser humano, das pessoas, às quais o Estado deve proteger e servir.

O que a população pode esperar do senhor quanto à questão da discussão envolvendo a redistribuição dos recursos dos royalties do petróleo?

FP - As emendas de autoria do deputado federal Ibsen Pinheiro e do senador Pedro Simon, ambos pertencentes ao PMDB de Sérgio Cabral, se constituíram num verdadeiro atentado contra a economia do Estado do Rio de Janeiro. As perdas somam R$ 10 bilhões por ano e que deixarão de ser investidos em favor da população do Rio de Janeiro. Os municípios que se beneficiavam dos royalties do petróleo sofrerão uma queda de até 80% nas suas receitas. Vão faltar recursos para a educação, saúde e investimentos sociais. O governador Sérgio Cabral se omitiu e foi desastrado nessa questão tão importante para a região, como para o nosso estado. Eleito, vou fazer como a Rosinha fez com muita propriedade e espírito público. Vou à Justiça, além de mobilizar todos os instrumentos para convencer o Congresso da necessidade de se promover o equilíbrio federativo. Vou transformar o Rio na Capital do Pré-sal. Quero fomentar a instalação em nosso estado de toda a cadeia produtiva, da pesquisa à produção de produtos derivados do petróleo.

O senhor acha que o Rio está no caminho certo para alcançar o pleno desenvolvimento econômico?

FP – A política econômica do nosso estado sofreu um processo de descontinuação. Vou recuperar o ritmo implantado durante a gestão de Garotinho e que levou o Rio a ostentar a segunda renda per capita do país – só perdendo para Brasília. Foi assim que o estado conseguiu atrair os investidores, convencer os empresários a se instalarem em todas as regiões do estado, realizando a verdadeira fusão entre o antigo Estado do Rio e a antiga Guanabara. O governador Sérgio Cabral engavetou todos os decretos e leis que davam incentivos fiscais para que as empresas fossem instaladas aqui no nosso estado. A Schutz em Campos e o Complexo do Açu em São João da Barra, entre tantos outros empreendimentos, são exemplos emblemáticos dessa política vitoriosa concebida por Garotinho e paralisada pela incompetência do atual governo.

Quanto à educação, o que lhe parece o estágio em que o Rio vive hoje?

FP – Vou recuperar o modelo dos Cieps concebido por Brizola e por Darcy Ribeiro. Quero que os alunos voltem a estudar em horário integral, fazendo com que os prédios ocupados pelos Cieps voltem a ser ocupados pelas famílias dos alunos nos fins de semana. Criarei o Centro Universitário do Professor, voltado para o intercâmbio, a qualificação e o ensino de novas e da informação aplicada à educação. Não basta somente distribuir notebooks aos professores como fez o governador Sérgio Cabral. Ele (Cabral) conseguiu colocar o Rio entre os dois piores estados em educação, conforme mostra o ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Enem.

Com a força do povo!!!

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Companheiros, quero agradecer aqui, publicamente, a presença de todos que estiverem na reunião da nossa majoritária na noite deste sábado no Distrito de Santo Eduardo. Desta vez formos recebidos pelo vereador Kellinho (PR), liderança na região. Pudemos falar do nosso grupo político e das perspectivas para esta nova empreitada onde temos nosso líder político, Anthony Garotinho, na concorrência por uma vaga de deputado federal, Peregrino ao Governo do Estado, Waguinho e Carlos Dias ao Senado e Dilma Rousseff a Presidência da República. Concorro a vaga de deputado estadual com o número 22654, ao lado do companheiro Roberto Henriques e tenho a convicção de que na Alerj formaremos a dupla tal qual Peter e Biro-Biro do saudoso Corinthians. É sempre bom esclarecer ao eleitorado as mudanças que vem ocorrendo e que direção estamos tomando. Muito obrigado a todos que compareceram!

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 Agradeço especialmente aos que tiverem em meu comício no bairro de Ururaí. Muitas militantes juntamente do eleitorado fazem valer a pena o exercício do nosso direito político (votar e ser votado). Poder falar de minhas realizações em um lugar que está sendo assistido por um projeto maravilhoso da prefeita Rosinha Garotinho, o Bairro Legal, só reforça nossos objetivos de continuar a luta pela população de nossa cidade e de nossa região. Até dia 3 de outubro muitos comícios virão e muita água a de rolar.

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Kellinho também é Pudim

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O vereador de Campos Kellinho (PR) oficializou seu apoio a candidatura de Geraldo Pudim (PR) para Deputado Estadual, afirmando ser esta a melhor opção para o eleitor consciente e ressaltando o trabalho de Pudim como Parlamentar que em Brasília defendeu as causas do Estado do Rio de Janeiro e principalmente das Regiões Norte e Noroeste do Estado.

“Compreendemos a postura de Pudim e temos a convicção que é o nome certo para caminharmos juntos agora rumo a Assembléia Legislativa. Pudim é um homem sério que faz valer seu mandato e tem o perfil de um político justo que defende a causa do povo e honra seus compromissos. Nós hoje temos a certeza de que essa escolha é a melhor”.