Arquivo para Julho 12th, 2010

Disque Sequestro- Golpe pode ter pena mais dura na lei

Por Assessoria

O deputado federal Geraldo Pudim, como relator, deu parecer favorável pela constitucionalidade do projeto de lei 588/2007 que tipifica o crime de “Disque Seqüestro” no Brasil. Em sua justificativa o parlamentar enfatiza que o crime do “Disque Seqüestro” não pode ser considerado análogo aos crimes de extorsão e estelionato- art 159 do Código Penal .

– Não há razão, portanto, para equiparar a conduta consubstanciada no“disque-seqüestro” àquela descrita pelo art. 159 do Código Penal, que trata do crime de extorsão mediante seqüestro, mesmo porque este é um crime mais grave, na medida em que efetivamente se dá o seqüestro, e a pena prevista é a de reclusão, de oito a quinze anos. Tampouco há razão para criar novo tipo penal, denominado “Simulação de Seqüestro”, análogo ao crime de estelionato – anotando-se que, pelo substitutivo adotado pela comissão predecessora,novo tipo penal teria pena menor que a prevista no art. 158 – justifica o parlamentar em seu parecer apresentado à Câmara

O projeto já passou pela Comissão de Segurança Pública e ao Crime Organizado e está o pronto para ser votado em Plenário pela Câmara.

Disque Sequestro

O Crime em questão teve sua origem na Penitenciária fluminense Carlos Tinoco da Fonsenca há oito anos. No início o crime era aplicado como de enganar a vítima convencendo-a de que havia ganhado determinado prêmio e que para recebê-lo deveria depositar uma certa quantia em conta bancária, créditos no celular ou similares.

Com o passar do tempo o crime foi evoluindo até chegar ao ponto de simulação de seqüestro como hoje ocorre. Apenas no ano de 2006,o golpe foi registrado mais de  sete mil setecentas e sete vezes junto aos órgãos policiais fluminenses, paulistas e mineiros

Enterrado em Goiânia corpo de pedreiro que matou jovens de Luziânia

luiziania

* Correio Braziliene

Com três meses de atraso, a família do pedreiro Ademar Jesus da Silva, 40 anos, acusado de assassinar sete jovens em Luziânia — município goiano distante 66km de Brasília — sepultou o corpo dele, na última sexta-feira, no Cemitério Público Vale da Paz, em Goiânia. Ademar Jesus foi encontrado morto numa cela da Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), na capital goiana, em 18 de abril, uma semana após ser preso sob acusação de assassinar e abusar sexualmente de seis dos sete jovens desaparecidos em Luziânia. O Instituto de Medicina Legal (IML) de Goiânia liberou o corpo para os familiares na última quinta-feira.

Os laudos das investigações da Corregedoria da Polícia Civil de Goiás apontaram que o pedreiro cometeu suicídio na Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), considerada a mais segura do estado. Policiais encontraram o pedreiro sentado e com os pés apoiados no chão, posição que reforça o que chamam de suicídio de enforcamento incompleto. Quando isso acontece, a pessoa perde a consciência e o corpo desaba, levando-a à morte.

Ademar teria usado uma corda feita com pedaços do tecido que envolvia o colchonete em que ele dormia na cadeia. O resultado dos exames à época mostrou que o pedreiro morreu por asfixia provocada por enforcamento. O sangue encontrado na camiseta dele reforçava a tese apresentada pelo corregedor Sidney Costa de Souza. Os laudos cadavéricos e toxicológicos; e depoimentos de presos de celas vizinhas e da delegada responsável pela Denarc, Renata Cheim, também não apontaram indícios de homicídio.

Ademar é assassino confesso de Diego Alves, 13 anos, Paulo Victor Vieira Lima, 16, George Rabelo dos Santos, 17, Divino Luiz Lopes da Silva, 16, Flávio Augusto Fernandes dos Santos, 14, e Márcio Luiz Souza Lopes, 19. Mesmo depois de sua morte, policiais investigam a autoria dele no assassinato de Eric dos Santos, 15 anos, que também estava enterrado com os demais adolescentes.

Contra a pirataria

copa-2014O decreto presidencial que criará um comitê para atuar em defesa da propriedade intelectual e dos direitos comerciais da Federação Internacional de Futebol (FIFA) em relação à Copa de 2014 está pronto e será assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.

O texto, em fase final de análise na Casa Civil, servirá para o Brasil cumprir o compromisso assumido com a federação de criar mecanismos contra a pirataria e contra o “marketing de emboscada”, que é a associação irregular às marcas da Copa.

*Com informações do G1