BLOG DO GAROTINHO
Esclarecendo a acusação feita a Rosinha
Fiquei indignado com a matéria de hoje, do jornal O GLOBO, que mostra que promotores da Tutela Coletiva do Ministério Público acusam a ex-governadora Rosinha de improbidade administrativa por conta da avaliação de um terreno em Jacarepaguá, que foi usado para o pagamento de débitos de ICMS.
O terreno foi dado como pagamento de uma dívida de R$ 41 milhões. Segundo os promotores, a avaliação que dispõem aponta que o terreno vale só R$ 7 milhões.
Escrevi aqui no blog, que na Tutela Coletiva do MP existe um grupo que “tem fortes envolvimentos partidários e ligações políticas estreitas com pessoas que nos fazem oposição”. E que por esse motivo muitos juízes e desembargadores, sabedores do caráter político-eleitoreiro desse grupo, estão declarando extintas seguidas ações promovidas por eles.
Para esclarecer os fatos de uma vez por todas e para que não fique qualquer sombra de dúvida pedi ao Dr. Francesco Conte, que foi o Procurador-geral do Estado, no governo de Rosinha para elaborar um texto que elucidasse a questão.
Leiam com atenção, porque a argumentação de Francesco Conte é incontestável, até por estar embasada por documentos. O laudo de 2007 usado pelos promotores e elaborado no governo Sérgio Cabral cita que as informações são de um tal de “sr. Wilson”. Ninguém sabe Wilson de que, nem de onde? É um achincalhe.
Notem também que o citado terreno tem um valor na verdade muito superior aos R$ 41 milhões que saldaram a dívida de ICMS.
Ao contrário do que esses promotores e o jornal O GLOBO querem dar a entender, que foi uma operação irregular, trata-se de um ato que cumpriu todas as exigências legais e ao contrário, do que muitas vezes tomamos conhecimento, quem se beneficiou com essa operação foi o Estado que recebeu para saldar uma dívida um bem imóvel de valor superior.
Essa é a verdade. Se O GLOBO tiver decência, na sua edição de amanhã, abra espaço para os esclarecimentos do Dr. Francesco Conte que reproduzo abaixo.
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